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Leandro Maia conquista quarto Prêmio Açorianos na carreira

O álbum Mandinho, de Leandro Maia, foi eleito na noite de 24 de abril de 2014 o melhor disco infantil lançado em 2013 no Rio Grande do Sul. Com estreia nos palcos durante o 20º Porto Alegre em Cena do ano passado, o espetáculo homônimo também recebeu indicação à distinção do Prêmio Açorianos de Música nesta categoria.

Com este troféu, o músico contabiliza o quarto prêmio Açorianos da carreira. Integrando o conjunto popular de música de câmara Café Acústico, foi eleito com a distinção de melhor grupo de MPB de 1999 e 2000. Em 2008, o disco solo Palavreio lhe rendeu destaque em Revelação. “Ele é representativo porque possibilita visibilidade, um espelho que a comunidade muitas vezes não tem durante o ano. O Açorianos coroa periodicamente os trabalhos e é o prêmio mais importante não por ser somente um prêmio, mas por ser um momento de encontro de gerações músicos, de passagem de legado, de compartilhar o que é esse legado da cultura gaúcha, que é diversificada, rica, cheia de matizes... Na cerimônia, tivemos uma gurizada tocando Lupicínio; o maestro Tasso Bangel sendo premiado; tinha a Lourdes Rodrigues, que é a nossa musa; Vitor Ramil, tão representativo da nossa cultura... A gente se espelha e almeja! Todo músico quer ser indicado, premiado, quer estar no Prêmio Açorianos. É o nosso Oscar!”, diz Leandro.

O cantor, violonista e compositor também destaca que ser finalista já é uma grande premiação: “E a indicação a melhor espetáculo neste ano também me deixou muito feliz, e gostaria de compartilhar com a Cia Gente Falante, que abraçou a causa em uma montagem sem nenhum patrocínio ou lei de incentivo”.

Caxiense criado em Porto Alegre e agora radicado em Pelotas, ele conta sua relação com o Açorianos: “Tive um de Revelação pelo Palavreio, meu primeiro disco, que já era duplo com o Prêmio RBS Cultura. Curiosamente, antes, tive dois prêmios consecutivamente com o grupo, 1999 e 2000. É muito curioso porque no meu primeiro trabalho profissional já fui agraciado com o Açorianos, uma grande honra”. 

Mandinho, expressão típica da cidade de Pelotas (onde Leandro Maia reside), é uma referência carinhosa à primeira infância, um termo representativo das variantes linguísticas da metade sul do estado, mais especificamente na fronteira com o Uruguai. Situações cotidianas e histórias fantasiosas nutriram o trabalho, marcado pela magia e sensibilidade, em gêneros como samba, baião, maçambique, maracatu, frevo, valsa, afoxé, milonga e chamamé e ritmos de outros países como polca, tango, candombe e chacarera.

O show contou com participações especiais de André Mehmari, Simone Rasslan, Luiz Ribeiro, Álvaro RosaCosta, Thiago Colombo, Fábio Mentz, Felipe Karam, Luke Faro, entre outros grandes músicos. Posteriormente, também com a Cia Gente Falante e diferentes formações musicais, Leandro Maia apresentou a atração no Caxias em Cena ainda em setembro, e no Mês da Criança do Sesc, em outubro daquele ano, nas capitais Porto Alegre e em Florianópolis.

 

O disco Mandinho

 

Ao radicar-se em Pelotas, o compositor Leandro Maia frequentemente ouvia: “E o mandinho, cadê?” – pergunta dos pelotenses sobre Gonçalo, seu filho pequeno. “Está bem, obrigado”, respondia e logo ouvia um “Merece”, substituindo o “de nada”. “Mandinho”, “merece”, “quando meu filho começar a falar, vai ser assim” – pensava Leandro ao andar pelas ruas de Pelotas com Gonçalo na cacunda. É desta relação de pai e filho que surgiu este trabalho.

O álbum tem 12 canções e conta, ainda, com cinco faixas bônus em formato de karaokê, ou playback. Com mixagem e masterização caprichada de Luiz Ribeiro (que trabalha com artistas como Ivan Lins e Hermínio Bello De Carvalho), a arte do disco foi realizada com as ilustrações de Rodrigo Núñez (professor do Instituto de Artes da UFRGS) e com o design gráfico da artista visual Regina Veiga.

A versão Aplicativo Mobile Mandinho 1.0 foi desenvolvida por Alexsandro Teixeira e está disponível para na App Store e na Play Store. Todas as canções receberam versão karaokê, além de maior interatividade de conteúdo. O trabalho tem distribuição física e virtual pela Tratore. O CD teve financiamento do Procultura – Programa de Apoio à Cultura da Prefeitura Municipal de Pelotas.

O crítico Juarez Fonseca chamou o trabalho de “obra-prima” e afirmou que o “artista de fina sensibilidade” conseguiu algo raro: “praticamente desfaz as fronteiras entre os mundos infantil e adulto”. O disco já recebeu o Prêmio Brasil Sul de melhor projeto gráfico e melhor intérprete.

 
     
   
 
     
     
 
   
 
 
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